Vipirisados no Jornal de Brasilia
Olha que bacana! Matéria de uma página no Jornal de Brasília de hoje sobre meu livro. Veja só como ficou boa.
Parabéns, Marcelo Chaves. Arrasou na matéria.
Olha que bacana! Matéria de uma página no Jornal de Brasília de hoje sobre meu livro. Veja só como ficou boa.
Parabéns, Marcelo Chaves. Arrasou na matéria.
Gente, eu acho Natal meio chato. Não acho triste, acho mesmo chato.
Todo mundo pensa que fico triste no Natal, saudade das pessoas que se foram e, principalmente, da minha irmã. Não posso dizer que isso não seja dez por cento da verdade.
Eu tenho algumas teorias. Primeiro, sempre passei com família grande, mesa cheia e muita confusão nos bastidores. Quem ia trazer o maior peru, o namorado da irmã que não queria vir e batia o pé para ir para casa da família dele, o primo que pegava o melhor pedaço do frango, o outro que comeu mais da sobremesa...
Como podem ver, portanto, Natal é confusão, pois envolve um elemento fundamental: família. E isso, querendo ou não, acaba sendo um fator bom.
Sentir-se protegido, mesmo a distância, é bem bom.
Outra coisa que me incomoda, é aquela felicidade para todos os lados e a necessidade de ser uma noite incrível.
Concluindo, o que posso dizer, depois dessa água fria sobre o calor de ser uma noite maravilhosa, não espere nada no Natal. Se conseguir dar um abraço nas pessoas que gosta e ama, já está de bom tamanho.
Um abração pra todos.
Feliz Natal
Ontem consegui assistir. O ritual não foi dos mais fácil, mas também nada absurdo. Tive que ir na hora do almoço, comprar o ingresso e garantir meu lugar. Como envolvia o elemento celso-faria, que foi explicar o que significa, errei o horário.
(O elemento celso-faria é uma característica que envolve erros em detalhes. Eu gravo, fixo, repito, mas tudo errado. E o pior, eu registro tal coisa e pronto. Ontem, no cinema, coloquei na cabeça que iria assistir o legendado, porém, foquei todas as minhas preocupações nisso. Daí, vi que o horário era 20h40. Fim da história, entrei errado e tive que ficar uma hora esperando pelo filme.
Para sinalizar bem isso, uma vez, em Paris, errei tudo no meu voo, horário, dia e, o pior, o próprio aeroporto! Foi uma confusão enorme, mas eu tinha a certeza de tudo. Fiz até verificação de que trem pegar para chegar lá, etc etc. Elemento celso-faria significa gravar tudo, porém errado!
Por isso, confiro tudo várias vezes, mesmo assim, algumas vezes, eu tenho recaídas!)
Deixando pra lá, então, o fato de ter errado a sessão e ter ficado uma hora sentado no banco do corredor do Cinemark, Avatar é um filmão. Deve ser assistido em 3D e quando vai sendo assistido e os créditos entram, não há dúvida, até mesmo ir mais cedo para comprar o ingresso faz parte do ritual.
Há muito tempo não passava por isso. Horas na fila, ter que comprar o ingresso antecipado e esperar horas para entrar. Não sei se é coisa do destino, mas só fiz isso quando queria assistir Titanic – que é do mesmo diretor de Avatar – e fazia questão de ver na telona do antigo Cine São Francisco no eixo W.
Então, se é assim. Passe lá, compre o ingresso com antecipação, fique na fila, pega um pacotão de pipoca e divirta-se. É um dos melhores filmes dos últimos tempos, sem nenhuma dúvida.
Algumas dicas para assistir Avatar:
1) Não deixe de ver o 3D. Não deixe de ver o 3D. E repetindo, não deixe de ver o 3D.
2) Se quer curtir as imagens e seu inglês não é dos melhores, vale a pena assistir a edição dublada.
3) Em Brasília tem Avatar 3D no Park Shopping e no Cinemark do Píer 21.
4) Se alguém for na hora do almoço comprar o ingresso, é possível conseguir ingresso para noite.
E bom filme. É imperdível!
Em tempos de fila insuportável no cinema para assistir Avatar, fui na contramão, ou melhor, fui colocar em dia minhas influências do cinema atual.
Parti, então, para assistir o novo filme de Almodóvar. Não se assuste, uma vez que muita gente me usa como informativo de cinema e me pergunta várias coisas sobre qual filme assistir hoje ou num domingo à tarde. Para dizer bem a verdade, gosto desse papel, mas nos últimos dias, não tenho dado conta disso.
Voltando ao Almodóvar, lá fui eu em Abraços Perdidos, com um elenco maravilhoso, entre eles, Penélope Cruz, Lluís Homar, Blanca Portillo (como ela é boa, né?) e José Luis Gómez. Devo confessar que em todos os lugares, incluindo cartazes, propagandas, na mídia e tudo mais, constava o nome do diretor-roteirista Pedro Almodóvar, porém ele não estava na tela.
Minto! Digo que ele estava na última cena do filme. Vou me explicar. A história conta a vida amorosa de um roteirista e diretor com a sua musa inspiradora, vivida por Penélope Cruz. E a última cena, mostra uma sequência do tal longametragem produzido há alguns anos atrás pelo roteirista. Ali encontrei Almodóvar.
No programa Manhattan Connection (GNT) dia desses, os debatedores discutiam sobre o sumiço de Almodóvar nos seus filmes. E uma das defesas era que realmente ele anda cada vez mais americanizado.
Confesso que não sou um especialista do assunto e não posso dar uma opinião definitiva sobre isso. Porém, reconheço que tenho ficado desanimado com as últimas produções do diretor. Nem Volver, seu último filme, me empolgou. Mas, tudo bem, tenho em casa alguns DVDs com Kika, Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (que para mim é o melhor dos melhores) e o insuperável, Lei do Desejo.
Enquanto isso, vamos esperar pelo próximo filme, para ver se Almodóvar coloca mais de uma cena com jeito de almodóvar.
Se deve ir assistir? Quanta responsabilidade... Porém, acho assim, tem filmes que a gente sempre deve ir, errando ou acertando. É o caso de Woody Allen, por exemplo, e, sem dúvida, o diretor espanhol.
Comenta-se que é uma ótima opção para este Verão. Por hora, só nos Estados Unidos.

A tão comentada e esperada série brasileira, A Cinquentinha, de Aguinaldo Silva e Maria Elisa Berredo, foi uma boa surpresa para o fim do ano de 2010 e foi grande a expectativa na teledramaturgia brasileira.
Além da escalação do elenco feita pelo diretor Wolf Maia, que sempre dá o que falar, a grande novidade foram dois personagens gays que também não deixaram por menos as confusões do programa.
Leila Fratelli vivida por Ângela Vieira teve os melhores momentos da série. Lésbica e para lá de linda, pegou Mariana, vivida por Marília Gabriela, e nos divertiu ao levar um “boa noite, Cinderela” e acordar hetero.
Sobre a personagem, Silva disse ao jornalista Dolores Orosco, do G1, que cercou-se de todos os cuidados ao criar Leila. “Ela tinha que ser bonita, segura de si, não lembrar em nenhum momento o estereótipo do que se conhece como ‘sapatão’. E tinha que ser uma atriz de grande personalidade, como é o caso da Ângela Vieira. Acho que isso ajudou os telespectadores a aceitá-la, sem maiores contestações”, complementa o autor.
Outra novidade esperada foi o Carlo Berganti, interpretado por Pierre Baitelli. Papel negado inicialmente por Reinaldo Gianecchini, trouxe a telinha um vilão gay. Segundo Aguinaldo, o personagem foi criado porque a tevê está pasteurizando demais os homossexuais, “estavam ficando héteros”. E completa: “existem gays assim. Mas os gays, como os não-gays, não estão submetidos a nenhum padrão de comportamento. Acima de tudo, eles são criaturas, pessoas, e cada pessoa é uma pessoa. Existem as boas, as mais ou menos, as más, as perversas, as psicopatas... Então, pra quebrar essa corrente positiva de gays bonzinhos na televisão, resolvi fazer um deles mauzinho. Aliás, não apenas mauzinho: péssimo!”
Já se fala de uma segunda temporada para a série, a expectativa e interesse da Globo é que seja já para abril de 2010. Quem gostou, é hora de aguardar e se divertir. Afinal, como disse o autor, este é um dos melhores textos dele. E disso, ninguém tem dúvida.
Publicado no Parou Tudo
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